sábado, 26 de maio de 2018

Thievery Corporation - (2011) Culture Of Fear


Só Pedrada Musical representa: "Desde 95, Eric Hilton e Rob Garza presenteiam nossos ouvidos com belas músicas e ótimos discos através do aclamado projeto, Thievery Corporation. Com 'Culture Of Fear' não foi diferente. O novo álbum da dupla traz, em 13 faixas, um pouco mais de sua marca registrada misturando downtempo, reggae, hip-hop e outros grooves globais entre o eletrônico e o orgânico. Não traz muita inovação em relação aos álbuns anteriores, mas a qualidade continua lá em cima. Destaque pra faixa título que traz Mr. Lif quebrando nas rimas. Conta ainda com participações de nomes freqüentes como Sleepy Wonder, LouLou Ghelichkhani e outros. Trilha sonora recomendada". - O sexto álbum da dupla conta com uma música inteligente e centrada na consciência. O sofisticado som lounge de Culture Of Fear convida-nos a entrar neste experimento de fobias estéticas que mais dão prazer do que aquele friozinho congelante na espinha, rsrsrs. O ecletismo aqui é forte, a criatividade desfila livremente, o experimentalismo brinca com leveza e sem medo de ser feliz.

Thievery Corporation - (2011) Culture Of Fear:

01 Web Of Deception
02 Culture Of Fear
03 Take My Soul
04 Light Flares
05 Stargazer
06 Where It All Starts
07 Tower Seven
08 Is It Over
09 False Flag Dub
10 Safar (The Journey)
11 Fragments
12 Overstand
13 Free

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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Tommy Guerrero - (1997) Loose Grooves & Bastard Blues


Excerto extraído de Jazz Marginal: "Tommy Guerrero, além de ter sido um grande skatista profissional e ganhador de vários prêmios, foi também guitarrista de bandas de hardcore na Bay Area de San Francisco, como qualquer jovem normal de sua cidade. Após o sucesso no mundo do skate, passou para sua segunda paixão: a música. Guerrero foi membro de uma banda de skate rock chamada Free Beer e de uma outra banda experimental, a Jet Black Crayon, mas teve mais sucesso como artista solo. Seu trabalho solo soa bem eclético sem ser chato, combinando vários gêneros musicais, tais como rock, rap, funk, soul e jazz". - Loose Grooves & Bastard Blues, seu álbum de estreia, traz uma sensação super-descontraída de melodias belamente criativas com elementos de blues e funk, mais o destaque de uma forte abordagem latina. É soberbamente executado; seus arranjos são singelos em construção e falta um conjunto diversificado de músicos contribuindo, mas é inegável o sucesso estético de sua simplicidade. Resolutamente lo-fi, sombrio, e com um ninho de influências sul-americanas.

Tommy Guerrero - (1997) Loose Grooves & Bastard Blues:

01 B.W's Blues
02 So Blue It's Black
03 Keep On Keepin On
04 Azule
05 Black Sheep Blues
06 Thirty
07 Pollo Caliente
08 Never
09 Solow
10 Introspection Section
11 Gone Again
12 In My Head
13 Soul Miner

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quinta-feira, 24 de maio de 2018

Gramatik - (2010) Street Bangerz Vol. 3


Contribuição de Edição Limitada: "[...] Com uma óbvia influência de um blues e funk, Street Bangerz Vol. 3 é um aperitivo delicioso para os fãs do 4/4. Um downtempo com excelentes samples de soul, funks, R’n’B [...]. É inevitável a presença do 'good old bum bap', com uma escolha de samples que consegue uma harmonia entre a velha guarda e as novas escolas do beatmaking. [...] Os beats cheio de poder e bounce fazem-me recordar as produções de J-Dilla, Dj Krush, que nos remetem sempre para aquele universo do breakbeat intenso. Gramatik aprendeu a tocar piano em miúdo e andou principalmente pela onda dos blues. Essa influência musical refletiu-se mais tarde quando descobriu a samplagem, onde poderia cortar a seu bel-prazer as músicas que sempre tocou. [...] A beleza das harmonias, a escolha dos samples, tão distantes entre si, mas perfeitamente conjugados: o piano cheio de soul, a guitarra quase rock. Não é possível negar a óbvia presença do hip-hop nos seus beats. É a sua principal escola, e foi onde conseguiu encontrar terreno para conjugar as suas influências [...]". - Show!

Gramatik - (2010) Street Bangerz Vol. 3:

01 Enter The Realm (Intro)
02 A Bunch Of Questions
03 Tranquilo
04 Cool Thieves
05 Dungeon Sound
06 Talk That Slang
07 The Swing Of Justice
08 Spoiler Alert
09 Flip The Script
10 Muy Tranquilo
11 On The Run
12 In This Whole World
13 The Anthem
14 Cirkus
15 Victory
16 Got To Be In All The Way
17 Balkan Express
18 Adriatic Summer Nights
19 Oriental Job
20 Walkin' Down The Street

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quarta-feira, 23 de maio de 2018

Free The Robots - (2013) The Balance


Contribuição de Só Pedrada Musical: "O músico e produtor americano Chris Alfaro, mais conhecido por nós como Free The Robots, um dos pioneiros dessa ótima cena de beatmakers de Los Angeles, lançou seu novo álbum há algumas semanas e o petardo é de viciar os ouvidos. Jazz, psicodelia, rock, funk, soul, tudo bem balanceado em produções chapantes e alucinadas. 'The Balance' é o terceiro álbum do produtor e continua mostrando uma evolução contínua aos álbuns anteriores que já eram ótimos, mas está cada vez melhor. O disco traz em sua maioria faixas instrumentais, mas também abre espaço para o vocal da cantora Jessie Jones e do rapper Jonwayne. Com certeza estará em listas de melhores álbuns de 2013 no fim do ano. Coisa fina" - De minha parte o que tenho para dizer: temos uma bolachinha que é a carinha do Rogérinho nos seus dias de estado de espírito deliciosamente fossa. Downtempo hiper flutuante com batidas vacilantes e andamentos incertos em estados de quase evaporação. É aquele disco para você ouvir na sacada da sua casa num lindo crepúsculo e levemente bêbado de cerveja preta. 

Free The Robots - (2013) The Balance:

01 Ophic (Feat. Jessie Jones)
02 Reflect And Reform
03 Visitors
04 Parallaxis
05 Adore
06 Innervision
07 Blindfold
08 The Balance
09 Carnival (Feat. Jessie Jones)
10 Last Night
11 2040 (Feat. Jon Wayne)
12 The Unexplainable
13 Let Go
14 The Rain

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terça-feira, 22 de maio de 2018

Blockhead - (2004) Music By Cavelight


Anthony Simon, também conhecido como Blockhead, é um produtor bem conhecido nos círculos underground de hip hop. Seu álbum de estréia, Music By Cavelight, é um exemplo quase perfeito de como fazer um álbum instrumental. Classificado por alguns como um dos álbuns de estreia mais importantes de downtempo ao lado de Deadringer do RJD2 e Entroducing..., clássico do DJ Shadow. Eis que temos aqui uma injeção de forte expressão emocional e dramaticidade em trilhas obscuras e muito bem delineadas com batidas precisas e atmosferas nebulosas. Momentos exuberantes aparecem sutilmente numa ambientação pesada e sempre em suspense. O artista não economiza no lado sinistro da bolacha e nos apresenta uma viagem tétrica por campos desolados e florestas penumbrais. A metáfora para o título do álbum foi mais do que perfeita para nos dar a ideia do que se é trabalhado aqui: espaços fechados de meia-luz, cores outonais, frias sensações e iluminações crepusculares. Apesar de todo esse lance relativamente brumoso, a verdade mesma é que o disco expressa uma grande sobriedade e uma beleza singular.

Blockhead - (2004) Music By Cavelight:

01 Intro - Hello Popartz
02 You've Got Maelstrom
03 Carnivores Unite
04 Sunday Seance
05 A Better Place
06 Road Rage Breakdown
07 Triptych Pt. 1
08 Triptych Pt. 2
09 Triptych Pt. 3
10 Jet Son
11 Music By Cavelight
12 Breath And Start
13 Bullfight In Ireland
14 Insomniac Olympics

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No momento o artista está sem página oficial, então, siga o Fluxo !!!

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Degiheugi - (2017) Bagatelle


Numa segunda-feira de frio e com o coração vazio de esperanças e anseios, nada melhor do que um disco belo e soturno para acalentar as nossas almas infelizes. Só a música é um ótimo remédio para estes tempos gelados e incompassivos. A bolachinha de hoje lhe trará alguns minutos de introspecção relaxante e contemplação ascensional. Degiheugi é o projeto de música eletrônica do dj francês Degiheugi (esse deve ser o nome dele, já que o procurei pela internet e só achei esse nome mesmo). Bagatelle é o seu trabalho mais recente, o quinto de sua trajetória. Assim como nas postagens anteriores, o camarada aqui é daquele time de artistas ecléticos e versáteis que misturam de tudo à vontade e se dão muito bem no final. No cardápio encontramos gostosuras do trip-hop, guloseimas do hip-hop, gordices do downtempo, sabores do reggae-ragga-dub, mais combinações outras de experimentos de dar água na boca. Como não poderia deixar de ser: viajante, flutuante, hipnótico, esvoaçante e esfumaçado. Aéreo e brisante como cheiro de incenso, deslizante e lúbrico como foda sem pressa. Tchau!

Degiheugi - (2017) Bagatelle:

01 Nos Retrouvailles
02 Opening Credits (Feat. Chima Anya)
03 Contre Ta Peau
04 Too Shy To Dance (Feat. Astrid Van Peeterssen)
05 Ecstasy
06 The LSA Theme
07 Bagatelle
08 Sur Le Sable
09 Mojito Et Cigare Cubain
10 La Betise Du Coeur
11 Stay In Your Lane (Feat. Miscellaneous, Chill Bump)
12 Ton Gout D'Inconnu
13 Kingdom (Feat. Devi Reed)
14 The Sound Of Nature
15 Sous L'Ombre De Ta Jalousie
16 Satellite Hearts

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domingo, 20 de maio de 2018

Ancient Astronauts - (2009) We Are To Answer


We Are To Answer é o álbum de estreia da dupla de dj's alemães do projeto de música eletrônica, Ancient Astronauts. A dupla auto descreve-se como "uma mistura do passado distante e do futuro distante" e citam influências tão distintas quanto Sigur Rós e Iggy Pop. Isso pode explicar porque sua estreia é tão eclética. Isso e sua massa de colaboradores - desde os hip-hopers do The Pharcyde e Phat Old Mamas até a lenda do reggae Tippa Irie. Há algumas coisas boas na mistura de hip-hop, funk, downtempo, breakbeats e reggae. O disco é recheado de participações especiais que fortalecem os experimentos e enriquecem toda a empreitada. O estilo soturno numa atmosfera enebriante com polifonias vocais faz da bolacha uma compilação audaciosa da versatilidade artística do dj's. O entrecruzamento de ritmos compõem um desenho onírico que abrange um multicolorido plástico musical belamente intercambiável. Ora com fluxos aéreos e rarefeitos, ora com beats potentes e encorpados, o disco metamorfoseia-se num origami de orgias sonoras multi-prazerosas. Ouça-o!

Ancient Astronauts - (2009) We Are To Answer:

01 From The Sky
02 I Came Running
03 Classic (Feat. The Pharcyde)
04 Dark Green Rod (Feat. Ulf Stricker)
05 A Hole To Swallow Us (Feat. Phat Old Mamas)
06 Risin High (Feat. Raashan Ahmad)
07 Lost In Marrakesh (Feat. Entropik)
08 All Of The Things You Do (Feat. Tippa Irie)
09 Everybody
10 Seventh Planet Skit
11 Oblivion (Feat. Azeem & DJ Zeph)
12 Surfing The Silvatide (Feat. Bajka)
13 Crescent Moon

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