quarta-feira, 29 de março de 2017

NU-METAL - (2016) Volumis I


Nos anos 90 o Metal experimentou novas formas de ser tocado, e libertando-se dos tradicionais estilos do Heavy Metal, incorporou em seu repertório, ritmos que eram considerados incompatíveis e díspares à sua essência. O que num primeiro momento parecia estranho e alienígena, causando raivosos reboliços frenéticos dos tradicionalistas, acabou tornando-se o normal e habitual, mas que logo em seguida, nos meados dos anos 2000, saiu completamente de moda dando lugar a potência brutal do Metalcore. Falamos do malfadado New-Metal, ou Nu-Metal para os mais íntimos; estilo que teve como precursora a ainda hoje famosa banda, KoRn - a revitalização da marca ADIDAS deve muito a esses caras! Esse rótulo de new nunca fez muito sentido para mim, já sempre achei que nada de novo havia naquilo que os anos 90 já experimentavam de montão. Eu preferia o nome Alterna-Metal. Afinações baixas de guitarras; grooves do capeta; vocais melódicos esquizofrênicos junto com raivosos guturais; Rap e Eletrônico com Metal; atmosferas industrias, sombrias e depressivas; etc. Tudo isso está em NU-METAL - (2016) Volumis I.

NU-METAL - (2016) Volumis I:

01 KoRn - Blind
02 Coal Chamber - Loco
03 Limp Bizkit - Counterfeit
04 System Of A Down
05 Marilyn Manson - The Beautiful People
06 Slipknot - Wait And Bleed
07 Deftones - Bored

... e muitíssimos, muitíssimos outros!

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quarta-feira, 22 de março de 2017

Brownout - (2012) Oozy


Os estadunidenses do Brownout jamais brincam em serviço. Não há nada produzido por estes camaradas que não seja coisa finíssima de alta qualidade. Oozy é o terceiro álbum dessa rapaziada e também o terceiro deles que posto por aqui. Comentários anteriores meus ainda valem aqui: "É a mesma pegada de antes já comentada muitas vezes aqui: balanço, swing, groove, batucada, experimentalismo, estética refinada, requintada e madura. É para os ouvidos cansados das poluições modísticas radiofônicas, e que buscam expandir suas mentes com sonoridades de coloridos mais vibrantes. [...] Latinicidades calientes, Soul-Funk, Jazz, batucadas, virtuosidade, técnica e bom gosto abundantes". Oozy não dispensa experimentos com passagens e timbres mais pesados, que flertam descaradamente com o rock'nroll, e abrem caminho para o disco de dois volumes em homenagem ao Black Sabbath que veio logo depois. O terceiro trabalho do Brownout respeita os próprios elementos estilísticos já consagrados e procura incrementar com o melhor de influências ímpares. Escute!

Brownout - (2012) Oozy:

01 Flaximus
02 Stormy Weather
03 Ando Y Dando
04 I Won't Lie
05 Jpt
06 Oozy
07 Meter Beater
08 What You Did
09 Rub A Dub
10 Fs1
11 Poor You

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Groove e psicodelia em meio a natureza!



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quarta-feira, 8 de março de 2017

DIG UP! - (2016) Volumis I


DIG UP! - Volumis I é a minha primeira playlist spotifyniana elaborada entres os meses de Março e Abril de 2016. Sua intenção era ser um deleite musical de exclusividade minha e de uma amiga, entretanto, pensei que algo tão gostoso de ouvir não poderia ficar sem ser compartilhado com você, caro leitor de bom gosto musical. Minha amiga não gostará disso quando souber, rsrsrs. Esta é uma palylist para degustações nas estradas da vida; é para espíritos nômades e peregrinos que não se contentam em fincar seus pés em um único lugar e precisam de um bom alimento sonoro para suas almas errantes. Muito amor carregam cada música escolhida para esta empreitada. Artistas e músicas especiais que fizeram parte de momentos específicos de nossas vidas, estão aqui reunidos neste primeiro volume para trazer nostalgia e rememorar alegrias e tristezas, experiências de aprendizado e crescimento pessoal abundantes. Clássicos dos anos 80, 90 e 2000 aparecem entremeados em mais de 10 horas de musicalidade de alta qualidade. Sinta-se convidado a fazer parte dessa história também. Beijos!

DIG UP! - (2016) Volumis I:

01 Arcade Fire - The Suburbs
02 The Smashing Pumpkins - 1979
03 Arctic Monkeys - I Bet You Look Good On The Dancefloor
04 Jane's Addiction - Stop
05 Hole - Malibu
06 Bloc Party - Banquet
07 Spacehog - In The Meantime...

... e muitíssimos, muitíssimos outros!

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quarta-feira, 1 de março de 2017

Chris Joss - (2004) You've Been Spiked


Chris Joss é um produtor e multi-instrumentista francês que até o momento nos presenteou com nove álbuns de estúdio, You've Been Spiked é o terceiro. A capinha bacana deste disco já entrega indiscretamente ao que veio. Experimentos soul-funk setentistas mesclados inteligentemente com modernidades ecléticas e de bom gosto. Chris Joss não decepciona nunca; todos os álbuns dele postados até o momento por aqui, são sempre de primorosa qualidade. Satisfação garantida! Prepare-se para dançar alucinadamente, para requebrar-se cheio de swing, e para entrar com força no embalo de baladas frenéticas. Atravesse túneis astrais retrospectivos e mergulhe nas ondas nostálgicas de musicalidade fluídica e hiper flutuante. Cada álbum desse camarada é um novo convite a um viagem muito particular, onde introspecções brisantes complementam-se dialeticamente com extroversões corporais extravagantes. Baixos encorpados; guitarrinhas melosas; teclados progressivos; ambiências cósmicas; e batuques sensualíssimos para dar muito fogo no rabo! Sensacional!

Chris Joss - (2004) You've Been Spiked:

01 Discotheque Dancing
02 You've Been Spiked
03 Drink Me Hot
04 Wrong Alley Street, Pt. 1
05 Riviera 69
06 Shellah V.
07 Wrong Alley Street, Pt. 3
08 Waves Of Love
09 A Part in That Show
10 Early Morning Wanderings
11 Waking Up In The Park
12 The Man With The Suitcase
13 The Wait

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sábado, 18 de fevereiro de 2017

Basement Jaxx - (2001) Rooty


Quando penso em música eclética, uma das primeiras coisas que me vem a mente é o trabalho da dupla de DJs britânicos do Basement Jaxx. Para esses camaradas parece não existir limites para o experimento com misturebas alucinantes. Dançantes e alegres em muitos momentos, soturnos e pesados em momentos outros, e sempre cheios de jovialidade e fascinante descontração. Em Rooty, o segundo álbum da dupla, aquela força alto-astral demolidora de mau-olhado e pensamentos ruins, também é trabalhada e executada de forma brilhante aqui, transformando o ambiente em volta numa nightclub onde a única preocupação é ser feliz, mesmo que por alguns minutos. Beats encorpados e gorduchos, recheados de groove e potentes boom-bass, incendeiam e incineram qualquer negatividade sorrateira que vier se intrometer no seu espaço. Múltiplas colagens e polifônicas combinações desenrolam-se sem freios em sedutoras sonoridades temperadas de sensualidade e samples safadinhos. Dance e House tunados com ecletismo experimental e descontrações sem compromissos. Dance!

Basement Jaxx - (2001) Rooty:

01 Romeo
02 Breakaway
03 SFM
04 Kissalude
05 Jus 1 Kiss
06 Broken Dreams
07 I Want You
08 Get Me Off
09 Where's Your Head At
10 Freakalude
11 Crazy Girl
12 Do Your Thing
13 All I Know
14 Romeo (Acoustic)

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Esse vídeo me dava medo, rsrsrs!



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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Xploding Plastix - (2008) Treated Timber Resists Rot


A capa do disco é feia pra caramba. Não há nada de atrativo e convidativo para uma eventual audição. Eu nem sequer consegui entender do se trata. Me parece um certo bicho olhando para trás no meio do mato numa tarde ensolarada. Contudo, não leve em consideração a feiura da capa, pois o conteúdo dessa bolachinha é de primeira linha. O trabalho da dupla norueguesa de experimentalismos eletrônicos-jazzísticos, Xploding Plastix, já é conhecido de nosso querido Blog; confira lá no sumário de tags "Santos Em Louvação"Treated Timber Resists Rot é o terceiro álbum da dupla, e nele encontramos uma pegada um pouco diferente do que foi trabalhada nos discos anteriores. Eu achei esse disco mais viajante, com ambientações mais cósmicas e introspectivas, evocando sentimentos introvertidos e maior concentração meditativa. Nesse seguimento, o trabalho se assemelha aos experimentos eletrônicos e espiritualistas da música Chillout, mas aqui, sem nunca deixar as obscuridades dum fascinante Trip-Hop de fora. Combinações inteligentes e de bom gosto, criatividade arrebatadora que voa livre a grandes alturas.

Xploding Plastix - (2008) Treated Timber Resists Rot:

01 Kissed By A Kisser
02 Errata
03 The Rigamarole Shell Out
04 A Rogue Friend Is A Wild Beast
05 The Cost Of Resistance
06 Joyous Insolence
07 The Full Graft
08 Bulldozer Butterfly
09 Austere Faultlines
10 Band Of Miscreants
11 Arts Of Exit
12 I Want My Violence Back

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

GRiZ - (2011) End Of The World Party


Quando abri minha mente para degustações da música eletrônica, fui pesquisando a torto e a direito milhares de coisas esquisitas que nunca imaginava um dia fazerem parte do meu reportório de gosto musical. A expansão eclética de minhas predileções sonoras sofreram dilatações inflacionárias de extrema paixão. Nestas incursões em busca de novidades, não me lembro como, deparei-me com a excelência do trabalho de um dos DJs mais bacanas da atualidade: o camarada Grant Kwiecinski, norte-americano conhecido pelo seu projeto de sucesso GRiZ. Ao colocarmos sua prodigiosa primeira bolacha, intitulada End Of The World Party, para tocar, é impossível não se impressionar com a exuberante criatividade do artista em misturar e administrar com inteligência uma grande quantidade de elementos e efeitos na sua música elástica e com forte carga plástica, esticando e moldando-se em distorções e viagens alucinantes. Jazz, Soul-Funky, Hip-Hop, Breakbeat, Eletrotecno, Chillout, Downtempo, Glicth, Dubstep. Se você gosta de novas possibilidades musicais, basta dar o play e ver o que acontece. 

GRiZ - (2011) End Of The World Party:

01 Wax City
02 Triumph Proper
03 Grizzlor
04 Chasin Galaxies
05 Dance With Me
06 Trille
07 Adventure Is Out There
08 Busta (Feat. Joe Mousepad)
09 iLLpHonics
10 Up In Smoke
11 Outro (Fred Calls Written And Dictated By Marc Pinate)

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